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Sankhya anuncia 11ª aquisição e amplia o portfólio da plataforma EIP

A Sankhya, uma das principais fornecedoras de soluções em gestão do Brasil, anuncia a aquisição da Magis5, solução que centraliza e automatiza a gestão de produtos, pedidos e clientes em mais de 60 integrações nos principais marketplaces e lojas virtuais. Essa é a 11ª empresa a compor a plataforma da Sankhya, que conecta dados, pessoas e tecnologias, oferecendo uma gestão preditiva, colaborativa e completa.

“Estamos nos preparando para um grande salto de crescimento e a Magis5 tem um papel importante nesse processo e com o perfil exatamente que buscamos: uma grande sinergia com a nossa cultura, um robusto portfólio de serviços e tecnologia de ponta e atuação em um mercado extremamente pujante, que é o ecommerce. A solução da Magis5 se encaixa na jornada integrada que estamos construindo, o que chamamos de ‘jornada feliz’, ampliando a entrega de valor aos clientes e prospects.”, comenta Felipe Calixto, CEO da Sankhya.

A Magis5 é um hub que otimiza todos os fluxos do varejo online em sites como Mercado Livre, Amazon, Magalu e Shopee, unificando a gestão de vendas, estoque, emissão de notas e expedição. Com cerca de 110 funcionários, a empresa gerou mais de 100 milhões de pedidos de clientes, que superaram os R$10 bilhões transacionados pela plataforma em 2025.

“É uma honra poder fazer parte do Ecossistema Sankhya. Continuamos com total autonomia no nosso negócio, mas conseguimos explorar soluções e recursos que não temos hoje. O portfólio da Sankhya permitirá um crescimento exponencial no ritmo acelerado de uma startup. Estamos prontos e preparados para isso”, comemoram Claudio Dias e Vitor Lima, fundadores da Magis5.

A investida fará uma integração nativa com os principais produtos da Sankhya, desde o produto core do ERP ao TMS (Lincros), ASIS (Gestão tributária), Ploomes (CRM) e Flowbiz (Automação de Marketing). A Sankhya ainda conta com a Vixting (Saúde Ocupacional), Espresso (Despesas Corporativas), PontoTel (Controle de ponto), Mindsight (Gestão de Talentos), Neppo (Atendimento Automatizado) e Meetime (Sales Engagement).

A Sankhya deve investir mais de R$200 milhões em novas aquisições, sempre buscando trazer empresas complementares ao seu negócio.

“Além do crescimento orgânico, fusões e aquisições são um pilar central da estratégia de expansão da Sankhya, que multiplicou sua receita recorrente mensal em mais de oito vezes nos últimos cinco anos. Agora, com IA, Deploy e novas soluções, o objetivo é acelerar ainda mais esse crescimento”, afirma André Britto, CFO da Sankhya.

Para mais informações, acesse o site da Sankhya.

Um em cada quatro brasileiros não tem cartão de crédito, aponta Serasa Experian

Mesmo sendo o principal meio de pagamento do país, o cartão de crédito ainda não está presente para toda a população brasileira: 24,9% não possuem o produto, enquanto 25% têm apenas um cartão. Por outro lado, metade dos consumidores (50,1%) já concentra dois ou mais. Os dados são do “1º Anuário Mosaic Insights” da Serasa Experian, primeira e maior datatech do Brasil. Lançado em março de 2026, o estudo analisa o comportamento do consumidor a partir de perfis que combinam renda, estabilidade financeira e momento de vida.

Criado pela área de Marketing Solutions da companhia, o estudo também mostra que, no e-commerce, 74,87% das transações via cartão estão concentradas entre grandes bancos (privados e públicos) e bancos digitais, estes últimos já respondendo por pouco mais de 25% das compras online. Confira o detalhamento no gráfico a seguir:

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O recorte indica uma mudança relevante na dinâmica competitiva do setor, com crescimento dos bancos digitais no momento do pagamento, mas mantém relevância dos grandes bancos, que concentram metade das transações online.

“Cartão de crédito não é só meio de pagamento: ele é infraestrutura de consumo. Quando o acesso não é homogêneo e o mercado de emissores se reorganiza, a estratégia de conversão também precisa mudar”, afirma a CMO e Vice-Presidente de Marketing Solutions da Serasa Experian, Giovana Giroto. “Uma parcela ainda enfrenta barreiras de entrada: ter instrumento, limite e aprovação. Outra já está em uma lógica de escolha entre emissores, benefícios e experiência de checkout. Isso muda atrito, taxa de aprovação e até o que deve ser enfatizado na oferta”, completa.

Além de evidenciar a expansão dos bancos digitais no checkout, o anuário da datatech reforça que o cartão segue como principal meio de consumo online. Segundo Giroto, o desafio para as marcas não é apenas acompanhar mudanças no cenário de crédito, mas transformá-las em ação ao longo da jornada: identificar perfis com maior chance de aprovação, ajustar parcelamento e comunicação à capacidade de pagamento e reduzir fricções no momento da compra. “Quando a oferta conversa com a realidade financeira do consumidor, a marca não só preserva conversão e ticket médio, como torna o investimento em mídia mais eficiente. Por isso, combinar dados, clareza de condições e desenho de jornada no checkout deixa de ser detalhe operacional e passa a ser alavanca de resultado”, analisa a executiva da datatech. 

Planejamento financeiro segue concentrado

Esse retrato de acesso também conversa com outra leitura do estudo: planejamento financeiro de longo prazo permanece concentrado. O Mosaic Insights aponta que apenas 15% da população tem alta propensão a produtos de investimento, o que sinaliza que, para grande parte do país, o consumo ainda é orientado ao “mês a mês”, principalmente por restrição de previsibilidade. O anuário também registra baixa propensão da população brasileira à previdência privada (9,6%) e maior aderência a seguro saúde (24,6%), frequentemente percebido como necessidade básica no país.

“Quando apenas uma parcela consegue operar no longo prazo, a conversa sobre consumo muda. Em muitos casos, a decisão não é ‘quero ou não quero’, é ‘eu consigo sustentar?’”, declara Giovana. “Isso vale para produto, parcelamento e principalmente para desenho de jornada: reduzir fricção, dar clareza e calibrar compromisso ao contexto do público”, completa.

Relatório da Criteo: IA acelera a jornada de descoberta, mas decisão final acontece nos sites dos varejistas

A Inteligência Artificial (IA) está acelerando a jornada do consumidor da descoberta dos produtos até a intenção de compra, mas a etapa final ainda ocorre, em sua maioria, nos sites de varejistas e marcas. De acordo com o novo estudo Commerce & AI Trend report da Criteo, plataforma global de inteligência de comércio, mais de 70% dos usuários direcionados por assistentes de compras baseados em IA agora chegam diretamente às páginas de produtos, mostrando que os consumidores estão entrando na jornada decompra em estágios mais avançados do funil.À medida que os assistentes de IA se tornam mais integrados às experiências de compra, movimento frequentemente descrito como a ascensão do comércio agêntico, a confiança, catálogos de produtos precisos e first-party data continuam sendofatores essenciais para determinar onde os consumidores efetivamente concluem suas compras.

O estudo entrevistou seis mil consumidores nos Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, França, Japão e Coreia do Sul, entre os meses de janeiro e fevereiro de 2026, para entender como ferramentas baseadas em IA estão remodelando o comportamento decompra.

IA está transformando a descoberta, não substituindo os varejistas

O relatório Commerce & AI Trend reportsugere que, embora a IA esteja transformando a forma como as pessoas encontram produtos, comparam opções e tomam decisões, ela atua como uma assistente. A compra ainda ocorre principalmente nos sites de varejistas e de marcas confiáveis,devido a preocupações relacionadas à privacidade e à desinformação.“Mais de 70% dos consumidores direcionados por IA agora chegam diretamente às páginas de produtos, em comparação com 50% no ano passado”, afirmou Tiago Cardoso, diretor geral da Criteo para a América Latina. “Os consumidores chegam com umaintenção de compra mais forte, o que torna ainda mais importante que as marcas e os varejistas garantam que os dados dos produtos estejam precisos e atualizados.”Pelo menos 39% dos usuários utilizam IA para descobrir novos produtos e 38% para encontrar ofertas. Além disso, 55% dos consumidores globais são extremamente cautelosos ao compartilhar informações relacionadas a pagamentos com assistentes de IA.

“À medida que as ferramentas de IA pré-filtram as opções, os consumidores chegam com uma intenção mais clara. Isso significa que páginas dos produtos e dados de catálogo precisos estão se tornando mais importantes do que a navegaçãotradicional pela homepage”, explica.

Privacidade importa, mas confiança importa ainda maisA privacidade aparece como uma das principais preocupações (46%) nas compras assistidas por IA, especialmente no que diz respeito a dados pessoais ou localização (57%) e informações de pagamento (55%). Ainda assim, muitos consumidores (52%) estãodispostos a compartilhar informações dependendo do contexto.Com a multiplicação de conteúdos falsos ou enganosos, assim como de players de baixa qualidade, a confiança, a autoridade e a reputação de marca tornam-se fatores decisivos para os consumidores. Ao todo, 52% dos participantes afirmaram temerserem enganados por conteúdos falsos ou enviesados.

“À medida que ocomércio agêntico evolui, as preocupações dos consumidores estarão cada vez mais concentradas em confiança e segurança. Os consumidores querem saber que as informações que veem são precisas e que seus dados e métodosde pagamento estão protegidos. Com o tempo, podemos ver novos sinais de confiança, como selos de verificação ou indicadores de autenticidade, se tornarem parte da experiência de compra”, diz o executivo.

Consumidores querem descoberta, não apenas personalização

Os consumidores buscam varejistas, marcas e assistentes de IA que consigam surpreendê-los com descobertas intencionais e curadoria com intervenção humana. Ao todo, 56% dos entrevistados gostariam que as recomendações de produtos sugerissem opçõesalém das correspondências exatas ao que procuraram. A relevância precisa evoluir de “personalização perfeita” para uma “serendipidade algorítmica”.

A hiperpersonalização pode reduzir a descoberta. Como consequência, é possível que os consumidores queiram alternar seus assistentes para diferentes modos de exploração, como “Desafie meu estilo” ou “Maximalista”, que intencionalmenteignoram dados anteriores para ampliar horizontes.

Assistentes de IA estão impulsionando tráfego de maior intenção

As ferramentas de IA estão impulsionando o comércio online ao utilizar novos formatos de entrada (voz, imagem e busca conversacional) para reduzir barreiras. O tráfego gerado por assistentes de IA para os varejistas é de alta qualidade, com maiorengajamento. Dados da Criteo nos Estados Unidos indicam que visitas impulsionadas por IA têm taxas de conversão 1,5 vez maiores do que outros canais, confirmando a alta intenção desses usuários.

“O sucesso, cada vez mais, não dependerá da visibilidade em feeds ou resultados de busca, mas sim da clareza com que uma marca é compreendida pelos sistemas de IA”, conclui Tiago Cardoso.

Aproximou, pagou: Samsung Wallet expande cobertura para pagamento via Pix por aproximação

A Samsung anuncia a chegada do Pix1, por aproximação, à Samsung Wallet a partir desta sexta-feira (17). A integração possibilita que os usuários Galaxy2 realizem pagamentos via Pix por aproximação, de formarápida e segura, removendo etapas comuns como alternar visualizações entre diferentes aplicativos.A novidade busca facilitar o dia a dia dos brasileiros ao integrar o principal método de pagamento do país à experiência centralizada e segura da Samsung Wallet, que também inclui cartões de crédito e débito, chaves e credenciaisdigitais – todos protegidos por bloqueio biométrico e pelo Samsung Knox. Além da agilidade e conveniência, a plataforma mantém os benefícios do programa Samsung Rewards, permitindo que as pessoas acumulem pontos em suascompras.

“O Pix se tornou parte essencial da rotina dos brasileiros. Ao integrá-lo à Samsung Wallet, estamos simplificando o acesso a pagamentos e reunindo, em um único ambiente seguro, funcionalidades que já fazem parte do dia a dia das pessoas”, explicaAlexandre Magno, diretor sênior de produto de Mobile Experience da Samsung Brasil.

A integração do Pix à Samsung Wallet acontecerá de forma gradual, a partir desta sexta-feira (17), até o dia 22 de abril de 2026. É possível usar o Pix na Samsung Wallet com as instituições financeiras integrantes doOpen Finance do Banco Central do Brasil.Como funciona o Pix na Samsung Wallet?Antes de pagar por aproximação via Pix na Samsung Wallet, é necessário vincular uma conta de um banco listado no aplicativo. Para isso:

Após registrar a conta, o usuário da Samsung Wallet pode pagar via Pix das seguintes formas:

Benefícios e facilidades da Samsung WalletA Samsung Wallet é a carteira digital da Samsung que reúne, em um único aplicativo, diferentes funcionalidades do dia a dia, como pagamentos por aproximação via Samsung Pay3, gerenciamento de senhas com o Samsung Pass4 e acessoao Samsung Rewards, programa de benefícios que acumula pontos para até 30 pagamentos por mês. Os pontos acumulados podem ser trocados por descontos e vantagens em canais oficiais da marca e de parceiros.A solução permite armazenar cartões de crédito e débito, cartões de fidelidade, ingressos, chaves digitais no smartphone e, agora, vincular contas bancárias para pagamento via Pix, tudo com conveniência e praticidade.A experiência da Samsung Wallet é protegida pela plataforma de segurança Samsung Knox, que utiliza múltiplas camadas de proteção, incluindo criptografia e autenticação biométrica.Ação especial de lançamento no Samsung Rewards

Imagem meramente ilustrativa

Para celebrar a chegada do Pix à Samsung Wallet, os usuários que fizerem uma transação de qualquer valor utilizando a funcionalidade durante o período inicial de lançamento – de 22 de abril a 02 de maio de 2026 – receberão um cupom exclusivo paraadquirir produtos com desconto no programa Samsung Rewards.

Com ele, será possível adquirir a Bateria Carregador Portátil 3x USB-C 20.000 mAh Super Rápida de 45W, de R$ 449 por R$ 189 no Pix; ou um Galaxy Buds Core, de R$ 349 por R$ 259, também no Pix. O cupom será entregue via notificação e estarádisponível na área de “Cupons” da Samsung Wallet. É possível adquirir os dois produtos em conjunto ou separadamente, e o desconto é aplicado uma única vez por cupom.

Para mais informações sobre o Samsung Rewards, consulte o link.

Como participar da ação de lançamento do Pix na Samsung Wallet?

Para mais informações, visite a Samsung Newsroom Brasil ou Samsung.com/br.1 Consulte condições de uso, limites e funcionalidades em samsung.com/br/apps/samsung-wallet. A Samsung não é uma instituição financeira, utilizando o Banco Itaú como Iniciador de Transações de Pagamentos (ITP) no âmbito do Open Finance. Pode haver limitação na informação visualizada diretamente na Samsung Wallet sobre asoperações de Pix, em caso de dúvida, consulte diretamente o aplicativo da sua instituição financeira.2 Compatível com Galaxy S26 Series, Galaxy S25 Series, S 25 Slim, S25 FE, S24 Series, S24 FE, S23 Series, S23 FE, S22 Series, S21 Series, S21 FE, S20 Series, S20 FE, S20 FE 5G, Galaxy S10, S10e, S10 Lite, Galaxy S9 Series, Galaxy Z Fold5,Z Fold4, Z Fold3, Z Fold2, Z Fold, Z Flip7, Z Flip7 FE, Z Flip6, Z Flip5, Z Flip4 5G, Z Flip3 5G, Z Flip, Galaxy A Series, Galaxy M Series, Galaxy Note20 Series, Galaxy Note10 Series, Galaxy Note9. Para mais informações sobre compatibilidade emodelos suportados, consulte o link: samsung.com/br/support/apps-services/saiba-mais-sobre-a-samsung-wallet.3 O Samsung Pay é compatível com a maioria dos terminais de pagamento, permitindo que os usuários façam pagamentos com um smartphone (via Pix, crédito ou débito) ou smartwatch (crédito e débito) compatível da Samsung em qualquerlugar que aceite pagamentos com cartão usando a tecnologia NFC e Pix. Verifique os dispositivos compatíveis, bem como mais detalhes em: samsung.com/br/apps/samsung-wallet/faq.4 A disponibilidade da Samsung Wallet e do Samsung Pass e de seus recursos pode variar de acordo com o país/região, o modelo do dispositivo, a operadora e a versão do firmware e estão sujeitos a alterações.

Tray acelera ofensiva para atrair novos lojistas e ganhar escala na nova fase do e-commerce

A Tray, plataforma de e-commerce da LWSA, mira a expansão da base e acelera a entrada de novos empreendedores no e-commerce. Para sustentar esse crescimento, a empresa intensifica investimentos em tecnologia, integração e capacitação,com foco em negócios em estágio inicial ou em fase de escala. Ao mesmo tempo, mantém sua atuação junto a operações mais maduras, incluindo varejistas físicos em processo de digitalização e médias empresas com estruturas mais complexas.

A estratégia combina diferentes frentes. Campanhas de aquisição, uso de inteligência artificial e iniciativas de formação profissional sustentam o avanço da companhia em um mercado cada vez mais competitivo.

No ambiente digital, a Tray aposta em conteúdos com lojistas e influenciadores que compartilham experiências com a plataforma, evidenciando a facilidade de entrada e crescimento no e-commerce. “São histórias reais de empreendedores que encontraram na Tray umaforma de estruturar e escalar seus negócios”, afirma Thiago Mazeto, diretor da Tray.

IA e capacitação como vetores de entrada

A incorporação de inteligência artificial é outro pilar dessa estratégia. Segundo Mazeto, a tecnologia vem sendo aplicada para simplificar e, em alguns casos, automatizar etapas críticas da jornada do empreendedor.

Os recursos atuam desde a configuração inicial da loja até a organização do catálogo e a geração de conteúdo, reduzindo o tempo de entrada, minimizando erros operacionais e acelerando o início das vendas.

Em paralelo, a empresa reforça sua frente educacional com a Escola de E-commerce, que oferece trilhas gratuitas voltadas tanto para iniciantes quanto para lojistas em operação. Os conteúdos cobrem toda a jornada do varejo digital, incluindo criação de loja,precificação, estratégias promocionais, logística e gestão multicanal.

Ecossistema integrado e multicanal

A empresa também ancora seu plano de avanço com a oferta de uma estrutura completa para lojistas em todas as fases do negócio, ou seja, desde quem está começando e quer escalar até quem está com o negócio em crescimento. As integrações nativas com marketplacese outras soluções como logística e meios de pagamento integram esse racional.

“Ao oferecermos todas soluções em único ambiente, permitimos ao empreendedor reduzir a dependência de outras ferramentas, muitas vezes adicionadas por meio da aquisição de aplicativos, que geram custos adicionais, cenário comum em plataformas internacionais,que tornam a operação mais complexa e reduz margem do lojista”, explica Mazeto.

Exemplos de integrações realizadas pela plataforma estão as iniciativas com Temu, em meados do ano passado. Outra iniciativa foi a integração com o TikTok Shop que movimentou, apenas em janeiro deste ano,  R$4 milhões em GMV transacionados por lojistas queutilizam a Tray. “Social commerce é uma das formas de entrada para quem quer começar a vender online e reforço para quem já vende e quer crescer. O empreendedor de hoje está em múltiplos canais, marketplaces, redes sociais ou loja própria, e com uma plataformacompleta, consegue operar e fazer seu negócio crescer.

Atualmente, a Tray reúne mais de 600 funcionalidades nativas, conexões com mais de 30 marketplaces e integração com mais de mil sistemas de ERP, permitindo a gestão centralizada de diferentes canais de venda.

Crescimento de 4.500% em vendas no TikTok Shop: como começar a vender pela plataforma

Há números que param o mercado, e há aqueles que redefinem completamente a forma como se enxerga uma oportunidade de negócio. Quando o TikTok Shop chegou ao Brasil, em maio de 2025, a plataforma viu seu volume de vendas disparar 4.500% em apenas três meses, saltando de US$1 milhão para US$46,1 milhões em agosto, segundo a Tabcut. Para efeito de comparação, o valor já representava 2% das vendas do Mercado Livre no país, líder do mercado online brasileiro, com mais de 40% de participação.

Mas para quem está do outro lado do balcão, o pequeno empreendedor, o produtor local ou o criador de conteúdo que quer transformar seguidores em clientes, essa revolução tem um significado muito mais prático: nunca houve um momento tão acessível para começar a vender. 

O TikTok Shop representa uma mudança de paradigma no comportamento de compra. Diferentemente dos marketplaces tradicionais, onde o consumidor busca ativamente por um produto (o chamado “puxar”), o TikTok opera pela lógica do “empurrar”: o algoritmo entrega conteúdo para quem não estava procurando, desperta o desejo e finaliza a compra sem que o usuário precise sair do aplicativo. É o chamado “social commerce” ou “descobrir, confiar, comprar” em uma única sessão.

Em escala global, o fenômeno reforça seu impacto: em 2025, o TikTok Shop atingiu 4 bilhões de consumidores ativos e um GMV próximo de US$100 bilhões, consolidando-se como o quinto maior marketplace do mundo. Para 2026, as projeções do banco de investimentos Flywheel apontam para um GMV de US$87 bilhões, um salto de 56% em relação ao ano anterior .

Mas o que esse tsunami de números significa para quem quer começar do zero? Significa que a janela de oportunidade está aberta, mas exige método. 

Para o iniciante, a estratégia mais inteligente é começar pequeno e pensar em escala gradual. Não adianta cadastrar centenas de produtos de uma vez. O segredo está em selecionar de cinco a dez itens com forte apelo visual e capacidade de demonstração rápida, aqueles que podem ser mostrados em 15 segundos resolvendo um problema óbvio . “O erro mais comum de quem estreia no TikTok Shop é tratar a plataforma como um depósito de anúncios. Na verdade, ela é um canal de entretenimento que vende produtos. Quem entende isso, produz conteúdo que as pessoas querem ver, não apenas empurra mercadorias”, afirma Thaíne Clemente, executiva de Estratégias e Operações da Simplic, fintech de crédito pessoal online.

A dinâmica de conversão no TikTok desafia as métricas tradicionais do e-commerce. Enquanto as lojas virtuais convencionais operam com taxas de conversão entre 2% e 4%, estima-se que os usuários do TikTok convertam entre 8% e 12% . Isso acontece porque a decisão de compra é emocional e imediata. O consumidor vê o produto em uso, confia na demonstração e finaliza a compra sem atritos. Dessa forma, mesmo para quem não domina a arte da produção de vídeos virais, há espaço para crescer, desde que se entenda a lógica do jogo.

Como começar?

Primeiro vem a estruturação: criar uma conta no TikTok Seller Center, configurar os métodos de pagamento e entender as políticas de frete e devolução. Em segundo lugar é a curadoria de produtos: selecionar itens que tenham “capacidade de expressão por conteúdo”, ou seja, que possam ser demonstrados de forma clara e atraente em vídeo. Por fim, a criação de conteúdos, buscando maneiras criativas de se destacar, como vídeos de ASMR, ou o uso de determinado produto no dia a dia.

Há, porém, uma camada adicional de planejamento que muitos ignoram. O dinheiro das vendas entra, mas os custos com produção e estoque podem pressionar o fluxo de caixa de quem está começando. “O empreendedor precisa enxergar o negócio de forma completa. Não adianta vender bem se não houver capital de giro para sustentar o crescimento. Muitas vezes, uma linha de crédito bem planejada no início faz toda a diferença para atravessar a curva de aprendizado sem apertos”, complementa Thaíne.

O futuro aponta para uma expansão desse modelo para além do TikTok. O YouTube vem testando e aprimorando suas ferramentas de compras integradas, e a Shopee já estabeleceu parcerias com a plataforma de vídeos para criar funcionalidades de “YouTube Shopping” em mercados como Indonésia, Tailândia e Vietnã. Quem começa hoje no TikTok Shop está desenvolvendo um conjunto de habilidades que será valioso em qualquer plataforma de comércio conversacional que surgir nos próximos anos.

Segundo a especialista, “com a plataforma ainda em expansão e os algoritmos ávidos por novos conteúdos, oferece uma rara combinação de baixa barreira de entrada e alto potencial de retorno. Para quem está disposto a testar, medir e ajustar e, principalmente, entender que vender no TikTok é antes de tudo entreter, o cenário é altamente positivo”.

70% dos internautas já compraram na Shopee, mas Mercado Livre fatura mais que o dobro por transação

No Brasil, a disputa pelo comércio digital ocorre em ritmos e estratégias bastante diferentes entre os principais players do mercado. Dados da consultoria Klavi mostram que, enquanto a Shopee conquista amplitude, o Mercado Livre aposta na profundidadedo relacionamento com seus clientes.

A Shopee já alcançou 70% dos internautas brasileiros, um número que evidencia sua capacidade de penetração massiva. O principal trunfo da plataforma é a escala: campanhas agressivas de marketing, frete grátis e preços competitivos atraemconsumidores em busca de ofertas. No entanto, essa estratégia tem um limite. O valor médio por transação é de apenas R$ 84, refletindo compras menores e, em muitos casos, impulsivas.

O Mercado Livre, por outro lado, segue um caminho distinto. Seu tíquete médio chega a R$ 209, mais que o dobro do registrado pela concorrente, e 25% da clientela compra exclusivamente na plataforma. Isso indica uma base mais fiel e um ecossistema queconsegue monetizar melhor cada interação, com produtos de maior valor agregado e serviços complementares, como o Mercado Pago e o envio prioritário.

O contraste entre as estratégias evidencia uma questão central para o mercado digital brasileiro: alcance massivo versus fidelização qualificada. Enquanto a Shopee busca volume e rápida penetração, o Mercado Livre aposta na retenção e namaximização do valor por cliente. A diferença nos modelos também mostra que as métricas de sucesso variam. Para a Shopee, o crescimento da base de usuários e a frequência de compras são indicadores-chave. Para o Mercado Livre, o foco está nalealdade, no tíquete médio e na recorrência.
Hygor Roque, Head of Revenue da Divibank,avalia que o cenário abre espaço para diferentes estratégias, mas impõe desafios claros. “A Shopee precisa transformar alcance em receita consistente, evitando que o baixo tíquete médio comprometa a rentabilidade. Já o Mercado Livre enfrenta odesafio de crescer sem diluir a fidelidade, mantendo o equilíbrio entre expansão e experiência do cliente”, afirma.

No fim, a disputa entre Shopee e Mercado Livre reflete tendências mais amplas do e-commerce brasileiro: a necessidade de equilibrar escala, valor médio por compra e relacionamento com o consumidor. O mercado, ainda em expansão, tende a beneficiar quemconseguir combinar massa crítica com profundidade estratégica.

88i seguradora mira liderança em seguros para delivery na última milha

Com amaturidade do e-commerce brasileiro, a eficiência na “última milha” (lastmile) tornou-se a  arena de valor parao varejo. Após movimentar US$ 21 bilhões no último ano, o mercado de delivery atravessauma expansão sem precedentes. Projeções da Statista Market Forecastindicam que o setor atingirá US$ 29,5 bilhões até 2030. Acompanhando estesalto, o número de usuários deve subir de 63 milhões para 90,5 milhões emapenas três anos.

De olho nareconfiguração do mercado de last mile, marcada pela consolidação de grandesplataformas de delivery e pela crescente demanda por eficiência operacional, a 88i SeguradoraDigital vem ampliando sua atuação no segmento e reforçando o seguroembarcado (embedded insurance) como um vetor estratégico derentabilidade para todo o ecossistema. Atualmente, as soluções voltadas aodelivery já respondem por cerca de 70% dos negócios da companhia, que tem emsua carteira clientes como Posta Já, Voa Delivery e Uai Delivery.

Para oe-commerce, o custo do frete e a segurança da mercadoria são variáveiscríticas. Em um cenário onde algumas empresas de transporte já operam sobseguros obrigatórios (RCTR-C e RC-DC), a 88i foca em simplificar a “zonacinzenta” das plataformas de marketplace e entrega rápida. RodrigoVentura, CEO da 88i, explica que a tecnologia mudou a função do seguro naplanilha do varejista. “No delivery, o seguro deixou de ser um ritoburocrático para se tornar uma ferramenta de rentabilização. Através do modeloembarcado, transformamos o que era uma despesa fixa em um vetor de eficiênciaoperacional e uma nova frente de geração de receita incremental“,destaca.

A 88i apostana baixa fricção tecnológica para escalar junto aos grandes players. Odiferencial reside no sistema “on-off” (liga e desliga), acionado viaAPI. O seguro é ativado dinamicamente, garantindo proteção precisa apenasdurante o trânsito da mercadoria, o que reduz custos e elimina desperdícios.

Para sustentara agilidade exigida pelo ritmo do delivery, a 88i investe massivamente emtecnologia. Atualmente, mais de 50% de toda a documentação em casos desinistros é analisada automaticamente por modelos de Inteligência Artificial. Aconexão em tempo real com Sistemas de Gestão de Transportes (TMS) e telemetriapermite o cruzamento de dados que combate fraudes e eleva a precisão daoperação.

Entregadores

Além daproteção da mercadoria, o seguro tornou-se uma ferramenta estratégica para aretenção de talentos em um setor marcado pela alta rotatividade deprofissionais. Em um mercado disputado, onde a segurança jurídica e o bem-estardos entregadores autônomos estão sob constante escrutínio, a proteção tem seapresentado como diferencial relevante.

Dados demercado apontam que o engajamento de entregadores cresce cerca de 15%quando a plataforma oferece seguro de acidentes pessoais e renda. “Oprofissional protegido prioriza a empresa que lhe oferece segurança, o queresulta em maior produtividade e menor rotatividade para a plataforma“,pontua o executivo. “O seguro contemporâneo não é um contrato estático, masum código integrado ao sistema de gestão, capaz de proteger simultaneamente a mercadoria, o motorista juntamente com sua renda e oconsumidor final. “Em um cenário onde a agilidade é a moeda de troca,ignorar o potencial do seguro como ferramenta de inteligência de negócios é umerro estratégico que o varejo moderno não pode mais cometer”, conclui.

ABRAEL e VTEX DAY: Talk sobre luxo no maior evento de comércio digital da América Latina

Este é o tema do ‘The Luxury Edit’, destaque no VTEX DAY, no dia 16/4 às 16h45, que terá a participação de Carla Assumpção, presidente da ABRAEL (Associação Brasileira de Empresas de Luxo) e General ManagerLatam da Swarovski; de Barbara Fortes, diretora de Estratégia da ABRAEL e General Manager Brasil da The Estée Lauder Companies; e de Daniela Gontijo, General Manager da Louis Vuitton South América e membro daABRAEL.

A discussão mergulhará em estratégias que equilibram tradição e inovação, mostrando como comunicação seletiva, experiências personalizadas e inovação discreta preservam o valor simbólico das marcas.

Durante o painel, as executivas revelarão como o luxo continua aspiracional, relevante e desejado, mesmo em um cenário de mudanças constantes e comportamentos cada vez mais voláteis.

ABRAEL completa 18 anos e se consolida como hub de inteligência no “Brasil das Tramas Regionais”

Reunindo as principais marcas do luxo, a entidade dá um novo passo em sua representação institucional para atuar como porta-voz das transformações do consumo em estratégias de governança, tecnologia e valor de longo prazo

SÃO PAULO – A ABRAEL (Associação Brasileira de Empresas de Luxo) completa 18 anos consolidando a transição de entidade setorial para a principal plataforma de inteligência e leitura das transformações do luxo no Brasil. Com umabase que reúne 65 das principais marcas globais em operação na América Latina e no país — entre elas grupos como Estée Lauder, Kering, L’Oréal, LVMH e Richemont, além de marcas brasileiras relevantes comoArtefacto, Iguatemi, JHSF e Trousseau — a associação celebra sua maioridade liderando o debate sobre o redesenho do mercado de luxo nacional.

Este novo momento é impulsionado pela quebra definitiva do eixo Rio-São Paulo. O Brasil vive hoje a ascensão do que Carlos Ferreirinha, fundador da ABRAEL e estrategista da MCF Consultoria, define como o “Brasil das TramasRegionais”, com o luxo deixando de ser concentrado nas capitais tradicionais para se instalar em novos pólos de riqueza e repertórios culturais, que surgem com força no Centro-Oeste, Sul e Nordeste.

Segundo Carla Assumpção, presidente da ABRAEL e General Manager Latam da Swarovski, o fenômeno é um dos temas de discussão entre associados. “Cidades como Goiânia, Curitiba, Recife, Balneário Camboriú e o norte do MatoGrosso não são apenas novos pontos no mapa, mas ecossistemas que forçam as marcas a mudar a forma como operam e se comunicam. A ABRAEL hoje é o agente de leitura desse novo Brasil”, afirma.

Agenda 2026: Governança e Eficiência Operacional

Para acompanhar essa complexidade, a agenda da ABRAEL em 2026 mergulha em temas estruturantes. A inteligência artificial, os impactos da reforma tributária e a agenda ESG deixaram de ser periféricos para se tornar vitais para a sobrevivência dasoperações. “Operar luxo no Brasil hoje requer um nível de governança e adaptação tecnológica sem precedentes. Seja no varejo, na hotelaria ou no setor imobiliário, a eficiência operacional e a leitura precisa dos dados garantem aconstrução de valor a longo prazo. Na ABRAEL, traduzimos essas tensões em estratégias práticas para nossos associados”, pontua Carla.

Plataforma de inteligência do luxo

A força da ABRAEL reside na sua capacidade de reunir concorrentes em torno de um objetivo comum: o fortalecimento do setor. Para Barbara Fortes, diretora de Estratégia da associação e General Manager da Estée LauderCompanies no Brasil, o maior ativo é a rede de trocas. “A ABRAEL é a ponte entre as marcas globais e o entendimento profundo do novo consumidor brasileiro, atuando como um observatório do setor e porta-voz das transformações domercado. Estamos evoluindo da ‘representação institucional’ para uma plataforma integrada de inteligência do luxo no Brasil.”, afirma.

Calendário de discussões 2026

A agenda da ABRAEL materializa sua atuação como plataforma de inteligência do luxo, com um calendário estratégico desenhado para antecipar os grandes movimentos que impactam o segmento. A reforma tributária, o cenário econômico global e avanguarda tecnológica com foco em Inteligência Artificial são pontos altos do ano. A governança e a reputação ganham peso central, com comitês recorrentes de ESG e debates sobre crimes financeiros. A capacitação técnica é reforçada peloconcorrido Treinamento do Ano com Carlos Ferreirinha. Mais do que eventos, os encontros reúnem os principais decisores do mercado em um ecossistema de alto nível, onde a troca de repertório entre quem molda o setor fortalece as operações de altopadrão em todo o Brasil.

Amazon é a Mais Nova Patrocinadora Oficial das Seleções Brasileiras de Futebol  

A Amazon é a mais nova patrocinadora oficial das Seleções Brasileiras de Futebol. O acordo de dois anos abrange todas as categorias – masculina, feminina e de base – e marca um momento históricona trajetória da empresa no Brasil. Este patrocínio representa mais um capítulo do compromisso de longo prazo da Amazon com o país e reforça a estratégia de se conectar cada vez mais com a cultura e as paixões dos brasileiros.

O futebol é a maior paixão esportiva do Brasil. Com este patrocínio, a Amazon se posiciona ao lado de milhões de torcedores que vivem e vibram pela Seleção, conectando-se com eles em todos os momentos importantes: seja para preparar a casa ereceber amigos, encontrar produtos que demonstrem apoio à equipe ou torcer com toda a emoção.

“Estar ao lado das Seleções Brasileiras significa fazer parte de algo que vai além do esporte – é sobre conexão, emoção e experiências que unem as pessoas. Os brasileiros têm uma relação única com o futebol. Estamos junto com os torcedorespara ajudá-los a aproveitar ao máximo esses momentos especiais, seja encontrando os produtos ideais para celebrar ou assistindo aos jogos com tudo o que precisam”, diz Juliana Sztrajtman, presidente da Amazon Brasil.

Para a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), a chegada da Amazon representa a união entre tradição e inovação, fortalecendo ainda mais a marca das Seleções Brasileiras dentro e fora de campo.

“A entrada da Amazon como patrocinadora das Seleções Brasileiras reforça a união entre tradição e tecnologia. A empresa traz uma capacidade única de inovação e uma capilaridade que alcança milhões de brasileiros em todos os cantos do país.Essa força amplia ainda mais a conexão da Seleção com sua torcida. Estamos muito satisfeitos com essa parceria, que certamente elevará a experiência dos fãs dentro e fora de campo”, afirma Samir Xaud, presidente da CBF.

A parceria já estará ativa durante a Copa do Mundo FIFA 2026, onde a Seleção Brasileira Masculina buscará seu sexto título mundial. A iniciativa também é particularmente significativa, pois inclui apoio à Seleção Brasileira Feminina durante aCopa do Mundo da FIFA 2027, que será sediada aqui no Brasil. Desde 2025, a Amazon tem orgulho de apoiar o futebol feminino, contribuindo para a visibilidade e o crescimento do esporte no país.

Amazon e Futebol: Uma Conexão em Crescimento

Essa iniciativa vem para fortalecer ainda mais a ligação da Amazon com o futebol e com o brasileiro. Desde 2022, a empresa ampliou significativamente sua presença no esporte, entrando no patrocínio da transmissão da maior emissora de TV aberta dopaís. No Brasil, o Prime Video – o serviço de streaming incluído na assinatura Amazon Prime – detém os direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro e da Copa do Brasil, além de produzir séries originais e documentários sobre o esporte. A Amazon também tem investido no futebol feminino, promovendo maior visibilidade para as atletas e competições. Durante as transmissões do Campeonato Brasileiro no Prime Video, ofertas são exibidas via QR Codes em momentos estratégicos – comocomemorações de gols e replays – conectando o momento emocional do torcedor a produtos relevantes.

O patrocínio das Seleções Brasileiras reforça a presença da Amazon nos momentos que mais importam para os torcedores brasileiros, consolidando a empresa como parte fundamental da experiência de torcer.