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Aproximou, pagou: Samsung Wallet expande cobertura para pagamento via Pix por aproximação

A Samsung anuncia a chegada do Pix1, por aproximação, à Samsung Wallet a partir desta sexta-feira (17). A integração possibilita que os usuários Galaxy2 realizem pagamentos via Pix por aproximação, de formarápida e segura, removendo etapas comuns como alternar visualizações entre diferentes aplicativos.A novidade busca facilitar o dia a dia dos brasileiros ao integrar o principal método de pagamento do país à experiência centralizada e segura da Samsung Wallet, que também inclui cartões de crédito e débito, chaves e credenciaisdigitais – todos protegidos por bloqueio biométrico e pelo Samsung Knox. Além da agilidade e conveniência, a plataforma mantém os benefícios do programa Samsung Rewards, permitindo que as pessoas acumulem pontos em suascompras.

“O Pix se tornou parte essencial da rotina dos brasileiros. Ao integrá-lo à Samsung Wallet, estamos simplificando o acesso a pagamentos e reunindo, em um único ambiente seguro, funcionalidades que já fazem parte do dia a dia das pessoas”, explicaAlexandre Magno, diretor sênior de produto de Mobile Experience da Samsung Brasil.

A integração do Pix à Samsung Wallet acontecerá de forma gradual, a partir desta sexta-feira (17), até o dia 22 de abril de 2026. É possível usar o Pix na Samsung Wallet com as instituições financeiras integrantes doOpen Finance do Banco Central do Brasil.Como funciona o Pix na Samsung Wallet?Antes de pagar por aproximação via Pix na Samsung Wallet, é necessário vincular uma conta de um banco listado no aplicativo. Para isso:

Após registrar a conta, o usuário da Samsung Wallet pode pagar via Pix das seguintes formas:

Benefícios e facilidades da Samsung WalletA Samsung Wallet é a carteira digital da Samsung que reúne, em um único aplicativo, diferentes funcionalidades do dia a dia, como pagamentos por aproximação via Samsung Pay3, gerenciamento de senhas com o Samsung Pass4 e acessoao Samsung Rewards, programa de benefícios que acumula pontos para até 30 pagamentos por mês. Os pontos acumulados podem ser trocados por descontos e vantagens em canais oficiais da marca e de parceiros.A solução permite armazenar cartões de crédito e débito, cartões de fidelidade, ingressos, chaves digitais no smartphone e, agora, vincular contas bancárias para pagamento via Pix, tudo com conveniência e praticidade.A experiência da Samsung Wallet é protegida pela plataforma de segurança Samsung Knox, que utiliza múltiplas camadas de proteção, incluindo criptografia e autenticação biométrica.Ação especial de lançamento no Samsung Rewards

Imagem meramente ilustrativa

Para celebrar a chegada do Pix à Samsung Wallet, os usuários que fizerem uma transação de qualquer valor utilizando a funcionalidade durante o período inicial de lançamento – de 22 de abril a 02 de maio de 2026 – receberão um cupom exclusivo paraadquirir produtos com desconto no programa Samsung Rewards.

Com ele, será possível adquirir a Bateria Carregador Portátil 3x USB-C 20.000 mAh Super Rápida de 45W, de R$ 449 por R$ 189 no Pix; ou um Galaxy Buds Core, de R$ 349 por R$ 259, também no Pix. O cupom será entregue via notificação e estarádisponível na área de “Cupons” da Samsung Wallet. É possível adquirir os dois produtos em conjunto ou separadamente, e o desconto é aplicado uma única vez por cupom.

Para mais informações sobre o Samsung Rewards, consulte o link.

Como participar da ação de lançamento do Pix na Samsung Wallet?

Para mais informações, visite a Samsung Newsroom Brasil ou Samsung.com/br.1 Consulte condições de uso, limites e funcionalidades em samsung.com/br/apps/samsung-wallet. A Samsung não é uma instituição financeira, utilizando o Banco Itaú como Iniciador de Transações de Pagamentos (ITP) no âmbito do Open Finance. Pode haver limitação na informação visualizada diretamente na Samsung Wallet sobre asoperações de Pix, em caso de dúvida, consulte diretamente o aplicativo da sua instituição financeira.2 Compatível com Galaxy S26 Series, Galaxy S25 Series, S 25 Slim, S25 FE, S24 Series, S24 FE, S23 Series, S23 FE, S22 Series, S21 Series, S21 FE, S20 Series, S20 FE, S20 FE 5G, Galaxy S10, S10e, S10 Lite, Galaxy S9 Series, Galaxy Z Fold5,Z Fold4, Z Fold3, Z Fold2, Z Fold, Z Flip7, Z Flip7 FE, Z Flip6, Z Flip5, Z Flip4 5G, Z Flip3 5G, Z Flip, Galaxy A Series, Galaxy M Series, Galaxy Note20 Series, Galaxy Note10 Series, Galaxy Note9. Para mais informações sobre compatibilidade emodelos suportados, consulte o link: samsung.com/br/support/apps-services/saiba-mais-sobre-a-samsung-wallet.3 O Samsung Pay é compatível com a maioria dos terminais de pagamento, permitindo que os usuários façam pagamentos com um smartphone (via Pix, crédito ou débito) ou smartwatch (crédito e débito) compatível da Samsung em qualquerlugar que aceite pagamentos com cartão usando a tecnologia NFC e Pix. Verifique os dispositivos compatíveis, bem como mais detalhes em: samsung.com/br/apps/samsung-wallet/faq.4 A disponibilidade da Samsung Wallet e do Samsung Pass e de seus recursos pode variar de acordo com o país/região, o modelo do dispositivo, a operadora e a versão do firmware e estão sujeitos a alterações.

Tray acelera ofensiva para atrair novos lojistas e ganhar escala na nova fase do e-commerce

A Tray, plataforma de e-commerce da LWSA, mira a expansão da base e acelera a entrada de novos empreendedores no e-commerce. Para sustentar esse crescimento, a empresa intensifica investimentos em tecnologia, integração e capacitação,com foco em negócios em estágio inicial ou em fase de escala. Ao mesmo tempo, mantém sua atuação junto a operações mais maduras, incluindo varejistas físicos em processo de digitalização e médias empresas com estruturas mais complexas.

A estratégia combina diferentes frentes. Campanhas de aquisição, uso de inteligência artificial e iniciativas de formação profissional sustentam o avanço da companhia em um mercado cada vez mais competitivo.

No ambiente digital, a Tray aposta em conteúdos com lojistas e influenciadores que compartilham experiências com a plataforma, evidenciando a facilidade de entrada e crescimento no e-commerce. “São histórias reais de empreendedores que encontraram na Tray umaforma de estruturar e escalar seus negócios”, afirma Thiago Mazeto, diretor da Tray.

IA e capacitação como vetores de entrada

A incorporação de inteligência artificial é outro pilar dessa estratégia. Segundo Mazeto, a tecnologia vem sendo aplicada para simplificar e, em alguns casos, automatizar etapas críticas da jornada do empreendedor.

Os recursos atuam desde a configuração inicial da loja até a organização do catálogo e a geração de conteúdo, reduzindo o tempo de entrada, minimizando erros operacionais e acelerando o início das vendas.

Em paralelo, a empresa reforça sua frente educacional com a Escola de E-commerce, que oferece trilhas gratuitas voltadas tanto para iniciantes quanto para lojistas em operação. Os conteúdos cobrem toda a jornada do varejo digital, incluindo criação de loja,precificação, estratégias promocionais, logística e gestão multicanal.

Ecossistema integrado e multicanal

A empresa também ancora seu plano de avanço com a oferta de uma estrutura completa para lojistas em todas as fases do negócio, ou seja, desde quem está começando e quer escalar até quem está com o negócio em crescimento. As integrações nativas com marketplacese outras soluções como logística e meios de pagamento integram esse racional.

“Ao oferecermos todas soluções em único ambiente, permitimos ao empreendedor reduzir a dependência de outras ferramentas, muitas vezes adicionadas por meio da aquisição de aplicativos, que geram custos adicionais, cenário comum em plataformas internacionais,que tornam a operação mais complexa e reduz margem do lojista”, explica Mazeto.

Exemplos de integrações realizadas pela plataforma estão as iniciativas com Temu, em meados do ano passado. Outra iniciativa foi a integração com o TikTok Shop que movimentou, apenas em janeiro deste ano,  R$4 milhões em GMV transacionados por lojistas queutilizam a Tray. “Social commerce é uma das formas de entrada para quem quer começar a vender online e reforço para quem já vende e quer crescer. O empreendedor de hoje está em múltiplos canais, marketplaces, redes sociais ou loja própria, e com uma plataformacompleta, consegue operar e fazer seu negócio crescer.

Atualmente, a Tray reúne mais de 600 funcionalidades nativas, conexões com mais de 30 marketplaces e integração com mais de mil sistemas de ERP, permitindo a gestão centralizada de diferentes canais de venda.

Crescimento de 4.500% em vendas no TikTok Shop: como começar a vender pela plataforma

Há números que param o mercado, e há aqueles que redefinem completamente a forma como se enxerga uma oportunidade de negócio. Quando o TikTok Shop chegou ao Brasil, em maio de 2025, a plataforma viu seu volume de vendas disparar 4.500% em apenas três meses, saltando de US$1 milhão para US$46,1 milhões em agosto, segundo a Tabcut. Para efeito de comparação, o valor já representava 2% das vendas do Mercado Livre no país, líder do mercado online brasileiro, com mais de 40% de participação.

Mas para quem está do outro lado do balcão, o pequeno empreendedor, o produtor local ou o criador de conteúdo que quer transformar seguidores em clientes, essa revolução tem um significado muito mais prático: nunca houve um momento tão acessível para começar a vender. 

O TikTok Shop representa uma mudança de paradigma no comportamento de compra. Diferentemente dos marketplaces tradicionais, onde o consumidor busca ativamente por um produto (o chamado “puxar”), o TikTok opera pela lógica do “empurrar”: o algoritmo entrega conteúdo para quem não estava procurando, desperta o desejo e finaliza a compra sem que o usuário precise sair do aplicativo. É o chamado “social commerce” ou “descobrir, confiar, comprar” em uma única sessão.

Em escala global, o fenômeno reforça seu impacto: em 2025, o TikTok Shop atingiu 4 bilhões de consumidores ativos e um GMV próximo de US$100 bilhões, consolidando-se como o quinto maior marketplace do mundo. Para 2026, as projeções do banco de investimentos Flywheel apontam para um GMV de US$87 bilhões, um salto de 56% em relação ao ano anterior .

Mas o que esse tsunami de números significa para quem quer começar do zero? Significa que a janela de oportunidade está aberta, mas exige método. 

Para o iniciante, a estratégia mais inteligente é começar pequeno e pensar em escala gradual. Não adianta cadastrar centenas de produtos de uma vez. O segredo está em selecionar de cinco a dez itens com forte apelo visual e capacidade de demonstração rápida, aqueles que podem ser mostrados em 15 segundos resolvendo um problema óbvio . “O erro mais comum de quem estreia no TikTok Shop é tratar a plataforma como um depósito de anúncios. Na verdade, ela é um canal de entretenimento que vende produtos. Quem entende isso, produz conteúdo que as pessoas querem ver, não apenas empurra mercadorias”, afirma Thaíne Clemente, executiva de Estratégias e Operações da Simplic, fintech de crédito pessoal online.

A dinâmica de conversão no TikTok desafia as métricas tradicionais do e-commerce. Enquanto as lojas virtuais convencionais operam com taxas de conversão entre 2% e 4%, estima-se que os usuários do TikTok convertam entre 8% e 12% . Isso acontece porque a decisão de compra é emocional e imediata. O consumidor vê o produto em uso, confia na demonstração e finaliza a compra sem atritos. Dessa forma, mesmo para quem não domina a arte da produção de vídeos virais, há espaço para crescer, desde que se entenda a lógica do jogo.

Como começar?

Primeiro vem a estruturação: criar uma conta no TikTok Seller Center, configurar os métodos de pagamento e entender as políticas de frete e devolução. Em segundo lugar é a curadoria de produtos: selecionar itens que tenham “capacidade de expressão por conteúdo”, ou seja, que possam ser demonstrados de forma clara e atraente em vídeo. Por fim, a criação de conteúdos, buscando maneiras criativas de se destacar, como vídeos de ASMR, ou o uso de determinado produto no dia a dia.

Há, porém, uma camada adicional de planejamento que muitos ignoram. O dinheiro das vendas entra, mas os custos com produção e estoque podem pressionar o fluxo de caixa de quem está começando. “O empreendedor precisa enxergar o negócio de forma completa. Não adianta vender bem se não houver capital de giro para sustentar o crescimento. Muitas vezes, uma linha de crédito bem planejada no início faz toda a diferença para atravessar a curva de aprendizado sem apertos”, complementa Thaíne.

O futuro aponta para uma expansão desse modelo para além do TikTok. O YouTube vem testando e aprimorando suas ferramentas de compras integradas, e a Shopee já estabeleceu parcerias com a plataforma de vídeos para criar funcionalidades de “YouTube Shopping” em mercados como Indonésia, Tailândia e Vietnã. Quem começa hoje no TikTok Shop está desenvolvendo um conjunto de habilidades que será valioso em qualquer plataforma de comércio conversacional que surgir nos próximos anos.

Segundo a especialista, “com a plataforma ainda em expansão e os algoritmos ávidos por novos conteúdos, oferece uma rara combinação de baixa barreira de entrada e alto potencial de retorno. Para quem está disposto a testar, medir e ajustar e, principalmente, entender que vender no TikTok é antes de tudo entreter, o cenário é altamente positivo”.

70% dos internautas já compraram na Shopee, mas Mercado Livre fatura mais que o dobro por transação

No Brasil, a disputa pelo comércio digital ocorre em ritmos e estratégias bastante diferentes entre os principais players do mercado. Dados da consultoria Klavi mostram que, enquanto a Shopee conquista amplitude, o Mercado Livre aposta na profundidadedo relacionamento com seus clientes.

A Shopee já alcançou 70% dos internautas brasileiros, um número que evidencia sua capacidade de penetração massiva. O principal trunfo da plataforma é a escala: campanhas agressivas de marketing, frete grátis e preços competitivos atraemconsumidores em busca de ofertas. No entanto, essa estratégia tem um limite. O valor médio por transação é de apenas R$ 84, refletindo compras menores e, em muitos casos, impulsivas.

O Mercado Livre, por outro lado, segue um caminho distinto. Seu tíquete médio chega a R$ 209, mais que o dobro do registrado pela concorrente, e 25% da clientela compra exclusivamente na plataforma. Isso indica uma base mais fiel e um ecossistema queconsegue monetizar melhor cada interação, com produtos de maior valor agregado e serviços complementares, como o Mercado Pago e o envio prioritário.

O contraste entre as estratégias evidencia uma questão central para o mercado digital brasileiro: alcance massivo versus fidelização qualificada. Enquanto a Shopee busca volume e rápida penetração, o Mercado Livre aposta na retenção e namaximização do valor por cliente. A diferença nos modelos também mostra que as métricas de sucesso variam. Para a Shopee, o crescimento da base de usuários e a frequência de compras são indicadores-chave. Para o Mercado Livre, o foco está nalealdade, no tíquete médio e na recorrência.
Hygor Roque, Head of Revenue da Divibank,avalia que o cenário abre espaço para diferentes estratégias, mas impõe desafios claros. “A Shopee precisa transformar alcance em receita consistente, evitando que o baixo tíquete médio comprometa a rentabilidade. Já o Mercado Livre enfrenta odesafio de crescer sem diluir a fidelidade, mantendo o equilíbrio entre expansão e experiência do cliente”, afirma.

No fim, a disputa entre Shopee e Mercado Livre reflete tendências mais amplas do e-commerce brasileiro: a necessidade de equilibrar escala, valor médio por compra e relacionamento com o consumidor. O mercado, ainda em expansão, tende a beneficiar quemconseguir combinar massa crítica com profundidade estratégica.

88i seguradora mira liderança em seguros para delivery na última milha

Com amaturidade do e-commerce brasileiro, a eficiência na “última milha” (lastmile) tornou-se a  arena de valor parao varejo. Após movimentar US$ 21 bilhões no último ano, o mercado de delivery atravessauma expansão sem precedentes. Projeções da Statista Market Forecastindicam que o setor atingirá US$ 29,5 bilhões até 2030. Acompanhando estesalto, o número de usuários deve subir de 63 milhões para 90,5 milhões emapenas três anos.

De olho nareconfiguração do mercado de last mile, marcada pela consolidação de grandesplataformas de delivery e pela crescente demanda por eficiência operacional, a 88i SeguradoraDigital vem ampliando sua atuação no segmento e reforçando o seguroembarcado (embedded insurance) como um vetor estratégico derentabilidade para todo o ecossistema. Atualmente, as soluções voltadas aodelivery já respondem por cerca de 70% dos negócios da companhia, que tem emsua carteira clientes como Posta Já, Voa Delivery e Uai Delivery.

Para oe-commerce, o custo do frete e a segurança da mercadoria são variáveiscríticas. Em um cenário onde algumas empresas de transporte já operam sobseguros obrigatórios (RCTR-C e RC-DC), a 88i foca em simplificar a “zonacinzenta” das plataformas de marketplace e entrega rápida. RodrigoVentura, CEO da 88i, explica que a tecnologia mudou a função do seguro naplanilha do varejista. “No delivery, o seguro deixou de ser um ritoburocrático para se tornar uma ferramenta de rentabilização. Através do modeloembarcado, transformamos o que era uma despesa fixa em um vetor de eficiênciaoperacional e uma nova frente de geração de receita incremental“,destaca.

A 88i apostana baixa fricção tecnológica para escalar junto aos grandes players. Odiferencial reside no sistema “on-off” (liga e desliga), acionado viaAPI. O seguro é ativado dinamicamente, garantindo proteção precisa apenasdurante o trânsito da mercadoria, o que reduz custos e elimina desperdícios.

Para sustentara agilidade exigida pelo ritmo do delivery, a 88i investe massivamente emtecnologia. Atualmente, mais de 50% de toda a documentação em casos desinistros é analisada automaticamente por modelos de Inteligência Artificial. Aconexão em tempo real com Sistemas de Gestão de Transportes (TMS) e telemetriapermite o cruzamento de dados que combate fraudes e eleva a precisão daoperação.

Entregadores

Além daproteção da mercadoria, o seguro tornou-se uma ferramenta estratégica para aretenção de talentos em um setor marcado pela alta rotatividade deprofissionais. Em um mercado disputado, onde a segurança jurídica e o bem-estardos entregadores autônomos estão sob constante escrutínio, a proteção tem seapresentado como diferencial relevante.

Dados demercado apontam que o engajamento de entregadores cresce cerca de 15%quando a plataforma oferece seguro de acidentes pessoais e renda. “Oprofissional protegido prioriza a empresa que lhe oferece segurança, o queresulta em maior produtividade e menor rotatividade para a plataforma“,pontua o executivo. “O seguro contemporâneo não é um contrato estático, masum código integrado ao sistema de gestão, capaz de proteger simultaneamente a mercadoria, o motorista juntamente com sua renda e oconsumidor final. “Em um cenário onde a agilidade é a moeda de troca,ignorar o potencial do seguro como ferramenta de inteligência de negócios é umerro estratégico que o varejo moderno não pode mais cometer”, conclui.

ABRAEL e VTEX DAY: Talk sobre luxo no maior evento de comércio digital da América Latina

Este é o tema do ‘The Luxury Edit’, destaque no VTEX DAY, no dia 16/4 às 16h45, que terá a participação de Carla Assumpção, presidente da ABRAEL (Associação Brasileira de Empresas de Luxo) e General ManagerLatam da Swarovski; de Barbara Fortes, diretora de Estratégia da ABRAEL e General Manager Brasil da The Estée Lauder Companies; e de Daniela Gontijo, General Manager da Louis Vuitton South América e membro daABRAEL.

A discussão mergulhará em estratégias que equilibram tradição e inovação, mostrando como comunicação seletiva, experiências personalizadas e inovação discreta preservam o valor simbólico das marcas.

Durante o painel, as executivas revelarão como o luxo continua aspiracional, relevante e desejado, mesmo em um cenário de mudanças constantes e comportamentos cada vez mais voláteis.

ABRAEL completa 18 anos e se consolida como hub de inteligência no “Brasil das Tramas Regionais”

Reunindo as principais marcas do luxo, a entidade dá um novo passo em sua representação institucional para atuar como porta-voz das transformações do consumo em estratégias de governança, tecnologia e valor de longo prazo

SÃO PAULO – A ABRAEL (Associação Brasileira de Empresas de Luxo) completa 18 anos consolidando a transição de entidade setorial para a principal plataforma de inteligência e leitura das transformações do luxo no Brasil. Com umabase que reúne 65 das principais marcas globais em operação na América Latina e no país — entre elas grupos como Estée Lauder, Kering, L’Oréal, LVMH e Richemont, além de marcas brasileiras relevantes comoArtefacto, Iguatemi, JHSF e Trousseau — a associação celebra sua maioridade liderando o debate sobre o redesenho do mercado de luxo nacional.

Este novo momento é impulsionado pela quebra definitiva do eixo Rio-São Paulo. O Brasil vive hoje a ascensão do que Carlos Ferreirinha, fundador da ABRAEL e estrategista da MCF Consultoria, define como o “Brasil das TramasRegionais”, com o luxo deixando de ser concentrado nas capitais tradicionais para se instalar em novos pólos de riqueza e repertórios culturais, que surgem com força no Centro-Oeste, Sul e Nordeste.

Segundo Carla Assumpção, presidente da ABRAEL e General Manager Latam da Swarovski, o fenômeno é um dos temas de discussão entre associados. “Cidades como Goiânia, Curitiba, Recife, Balneário Camboriú e o norte do MatoGrosso não são apenas novos pontos no mapa, mas ecossistemas que forçam as marcas a mudar a forma como operam e se comunicam. A ABRAEL hoje é o agente de leitura desse novo Brasil”, afirma.

Agenda 2026: Governança e Eficiência Operacional

Para acompanhar essa complexidade, a agenda da ABRAEL em 2026 mergulha em temas estruturantes. A inteligência artificial, os impactos da reforma tributária e a agenda ESG deixaram de ser periféricos para se tornar vitais para a sobrevivência dasoperações. “Operar luxo no Brasil hoje requer um nível de governança e adaptação tecnológica sem precedentes. Seja no varejo, na hotelaria ou no setor imobiliário, a eficiência operacional e a leitura precisa dos dados garantem aconstrução de valor a longo prazo. Na ABRAEL, traduzimos essas tensões em estratégias práticas para nossos associados”, pontua Carla.

Plataforma de inteligência do luxo

A força da ABRAEL reside na sua capacidade de reunir concorrentes em torno de um objetivo comum: o fortalecimento do setor. Para Barbara Fortes, diretora de Estratégia da associação e General Manager da Estée LauderCompanies no Brasil, o maior ativo é a rede de trocas. “A ABRAEL é a ponte entre as marcas globais e o entendimento profundo do novo consumidor brasileiro, atuando como um observatório do setor e porta-voz das transformações domercado. Estamos evoluindo da ‘representação institucional’ para uma plataforma integrada de inteligência do luxo no Brasil.”, afirma.

Calendário de discussões 2026

A agenda da ABRAEL materializa sua atuação como plataforma de inteligência do luxo, com um calendário estratégico desenhado para antecipar os grandes movimentos que impactam o segmento. A reforma tributária, o cenário econômico global e avanguarda tecnológica com foco em Inteligência Artificial são pontos altos do ano. A governança e a reputação ganham peso central, com comitês recorrentes de ESG e debates sobre crimes financeiros. A capacitação técnica é reforçada peloconcorrido Treinamento do Ano com Carlos Ferreirinha. Mais do que eventos, os encontros reúnem os principais decisores do mercado em um ecossistema de alto nível, onde a troca de repertório entre quem molda o setor fortalece as operações de altopadrão em todo o Brasil.

Amazon é a Mais Nova Patrocinadora Oficial das Seleções Brasileiras de Futebol  

A Amazon é a mais nova patrocinadora oficial das Seleções Brasileiras de Futebol. O acordo de dois anos abrange todas as categorias – masculina, feminina e de base – e marca um momento históricona trajetória da empresa no Brasil. Este patrocínio representa mais um capítulo do compromisso de longo prazo da Amazon com o país e reforça a estratégia de se conectar cada vez mais com a cultura e as paixões dos brasileiros.

O futebol é a maior paixão esportiva do Brasil. Com este patrocínio, a Amazon se posiciona ao lado de milhões de torcedores que vivem e vibram pela Seleção, conectando-se com eles em todos os momentos importantes: seja para preparar a casa ereceber amigos, encontrar produtos que demonstrem apoio à equipe ou torcer com toda a emoção.

“Estar ao lado das Seleções Brasileiras significa fazer parte de algo que vai além do esporte – é sobre conexão, emoção e experiências que unem as pessoas. Os brasileiros têm uma relação única com o futebol. Estamos junto com os torcedorespara ajudá-los a aproveitar ao máximo esses momentos especiais, seja encontrando os produtos ideais para celebrar ou assistindo aos jogos com tudo o que precisam”, diz Juliana Sztrajtman, presidente da Amazon Brasil.

Para a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), a chegada da Amazon representa a união entre tradição e inovação, fortalecendo ainda mais a marca das Seleções Brasileiras dentro e fora de campo.

“A entrada da Amazon como patrocinadora das Seleções Brasileiras reforça a união entre tradição e tecnologia. A empresa traz uma capacidade única de inovação e uma capilaridade que alcança milhões de brasileiros em todos os cantos do país.Essa força amplia ainda mais a conexão da Seleção com sua torcida. Estamos muito satisfeitos com essa parceria, que certamente elevará a experiência dos fãs dentro e fora de campo”, afirma Samir Xaud, presidente da CBF.

A parceria já estará ativa durante a Copa do Mundo FIFA 2026, onde a Seleção Brasileira Masculina buscará seu sexto título mundial. A iniciativa também é particularmente significativa, pois inclui apoio à Seleção Brasileira Feminina durante aCopa do Mundo da FIFA 2027, que será sediada aqui no Brasil. Desde 2025, a Amazon tem orgulho de apoiar o futebol feminino, contribuindo para a visibilidade e o crescimento do esporte no país.

Amazon e Futebol: Uma Conexão em Crescimento

Essa iniciativa vem para fortalecer ainda mais a ligação da Amazon com o futebol e com o brasileiro. Desde 2022, a empresa ampliou significativamente sua presença no esporte, entrando no patrocínio da transmissão da maior emissora de TV aberta dopaís. No Brasil, o Prime Video – o serviço de streaming incluído na assinatura Amazon Prime – detém os direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro e da Copa do Brasil, além de produzir séries originais e documentários sobre o esporte. A Amazon também tem investido no futebol feminino, promovendo maior visibilidade para as atletas e competições. Durante as transmissões do Campeonato Brasileiro no Prime Video, ofertas são exibidas via QR Codes em momentos estratégicos – comocomemorações de gols e replays – conectando o momento emocional do torcedor a produtos relevantes.

O patrocínio das Seleções Brasileiras reforça a presença da Amazon nos momentos que mais importam para os torcedores brasileiros, consolidando a empresa como parte fundamental da experiência de torcer.

Tendências para o marketing no varejo em 2026

O varejo está entrando em uma nova fase, na qual, além de adotar tecnologia, ele está reorganizando seu modelo de crescimento, colocando mídia, dados e experiência no centro da estratégia. Isso acontece em meio a um cenário em que a inteligência artificial e outras tecnologias se tornam parte do coração das operações dos varejistas, como apontam dados do estudo State of AI in Retail and Consumer Package Goods: 2026 Trends, da NVIDIA, que mostram que 58% das empresas já utilizam IA de forma ativa, enquanto outras 33% estão em fase de avaliação. Ao todo, 91% das companhias do setor já estão engajadas com IA, seja em uso ou análise, e 89% afirmam que a tecnologia contribui para o aumento da receita.

A discussão agora é muito mais sobre como escalar esse uso de forma integrada ao negócio e, em 2026, a competitividade estará diretamente ligada à capacidade dos varejistas de transformar dados em decisões, tecnologia em eficiência operacional e experiência em diferencial de marca.

Pensando nisso, o Felipe Malheiros, Gerente de Agências da Unlimitail, plataforma de Retail Media do Grupo Carrefour, listou cinco tendências que se destacam como estruturais para o presente e futuro do setor. Confira:

1. O fim da busca e o início do Agentic Commerce

O varejo começa a migrar da lógica da busca por palavras-chave para um modelo baseado em agentes de inteligência artificial, capazes de entender intenção, contexto e momento. Iniciativas anunciadas recentemente por Walmart e Google, por exemplo, apontam para um novo comportamento do consumidor: ao invés de procurar produtos, ele conversa com um assistente que planeja, cria o carrinho e executa a compra.

“Nesse cenário, a barra de busca perde protagonismo e a decisão passa a ser mediada por inteligência. Para marcas e varejistas, o impacto é direto: quem influencia o agente passa a influenciar a venda”, analisa o executivo.

2. Consolidação do Retail Media

Depois de anos de testes e pilotos, 2026 marca a virada definitiva do Retail Media como linha relevante de receita. O que antes era tratado como complementar passa a ser estruturado como unidade de negócio, com metas claras, integração com trade, mídia e CRM, e impacto direto na margem do varejo.

O discurso agora é mais consistente: Retail Media deixa de ser uma estratégia incremental e se torna essencial para financiar preço, experiência, inovação e rentabilidade. Para as marcas, é o canal mais próximo da decisão de compra, enquanto para o varejo é o elo entre audiência, dados e monetização em escala.

3. A loja como palco: o ponto físico vira meio de comunicação

A loja física não é mais somente um espaço de exposição de produtos e está se transformando em um ambiente de mídia totalmente expressivo, onde prateleiras, geladeiras, corredores e fachadas passam a funcionar como ativos de comunicação endereçáveis e mensuráveis.

“Diversos estudos mostram que telas digitais no ponto de venda geram incrementos reais de vendas, ao mesmo tempo em que criam margens significativamente superiores às do varejo tradicional. Para a Unlimitail, o Retail Media in-store representa uma evolução natural da loja física, combinando performance para marcas, aumento de margem para o varejo e mais beleza e fluidez para a experiência do consumidor”, comenta Malheiros.

4. Inteligência em escala, com menos discurso e mais execução

A inteligência artificial saiu de um lugar de experimentação e passou a ser infraestrutura. O foco agora, portanto, está na implementação em larga escala para previsão de demanda, gestão de estoque, precificação dinâmica e personalização real.

O objetivo é reduzir a fricção entre o que o consumidor quer e o que o varejo consegue entregar, no momento certo e no canal certo. Aqui, dados deixam de ser relatório e viram motores de decisão, eficiência operacional e rentabilidade.


5. Do cliente ao membro: varejo como ecossistema de valor

A relação puramente transacional está ficando obsoleta. O varejo mais avançado caminha para modelos baseados em membresia, recorrência e lifetime value, em que produtos, serviços, dados e mídia operam de forma integrada.

“Um exemplo dessa lógica é o Sam’s Club, rede que já nasce com mentalidade de membro e vem evoluindo para um modelo de cadeia de valor completa. A proposta vai além da compra pontual e envolve curadoria, benefícios exclusivos, serviços e uma experiência de loja pensada para quem faz parte do ecossistema”, conta Felipe.

Nesse contexto, o Retail Media, além de um canal de monetização, passa a integrar a própria experiência do membro, conectando marcas a audiências qualificadas em momentos reais de decisão, sem romper a jornada. O foco deixa de ser vender mais vezes e passa a ser gerar mais valor ao longo do tempo.


O que isso representa para o varejo


Há uma mudança estrutural, na qual o varejo se torna menos linear, menos transacional e muito mais inteligente, midiático e conectado ao momento. O Retail Media, especialmente dentro da loja física, se consolida como um dos principais pilares de crescimento do setor, tanto como fonte de receita adicional quanto como ferramenta para ampliar a margem do varejo, entregar performance real para marcas, financiar melhores experiências e transformar a loja em um espaço mais vivo, relevante e atrativo.

“O futuro do varejo não é somente sobre vender mais. É sobre conectar melhor, monetizar melhor e criar experiências mais relevantes”, finaliza Felipe Malheiros.

KOBE lança inteligência artificial que personaliza a experiência de compra em tempo real

O varejo digital brasileiro movimentou R$ 235,5 bilhões em 2025, com 94,2 milhões de compradores e 438,9 milhões de pedidos registrados, segundo a Associação Brasileira de Inteligência Artificiale E-Commerce (Abiacom). Porém, o setor ainda se vê diante de um desafio recorrente: a falta de personalização nas compras, algo que poderia auxiliar para um desempenho mais eficiente nas experiências de jornada de compra dos consumidores. 

Para resolver essa questão e auxiliar no crescimento do e-commerce brasileiro,  a KOBE, líder em mobile commerce no Brasil, lança o NODO, a primeira plataforma de inteligência artificial nativa para e-commerce e app desenvolvida no país, capaz de aprender quemé cada consumidor e entregar uma experiência de compra personalizada em tempo real, dentro do canal proprietário de cada marca.

“Chegamos a um momento em que a tecnologia finalmente permite fazer algo que o varejo digital sempre quis, mas nunca conseguiu: tratar cada cliente como único, em escala real. O NODO é a resposta para essa demanda. Uma plataforma que aprende quem é cada consumidore entrega a experiência certa, no momento certo, dentro do canal da própria marca”, afirma Fábio Barboza, CEO e Co-founder da KOBE.

“Com o NODO, nós possibilitamos para os lojistas uma experiência em escala e personalizada, além de colocar o consumidor no centro das decisões. A IA da plataforma foi criada para conseguir dar voz às marcas. É como se o consumidor tivesse à disposição alguémda empresa, oferecendo um atendimento individual e personalizado a cada novo acesso ao site”, complementa.

Contexto global 

O NODO chega ao mercado como uma resposta a um movimento que já está redefinindo o varejo em escala global.

Na NRF 2026, o maior evento de varejo do mundo realizado em Nova York, o consenso entre líderes do setor foi de que a próxima vantagem competitiva do varejo digital não virá de mais tráfego ou mais investimento em mídia, mas da capacidade de construir ecossistemasproprietários de dados capazes de aprender continuamente com o comportamento do consumidor.

Segundo o relatório The State of GenAI in Marketplaces 2026, da Photoroom, a inteligência artificial deixou de ser uma camada complementar no e-commerce e passou a desempenhar papel central na operação, da organização de catálogos à personalização da jornadade compra. Marcas que implementaram personalização com IA já reportam crescimento de até 30% na conversão e 15% no ticket médio, segundo dados da McKinsey.

O Brasil, que historicamente acompanhou essas transformações com atraso, coloca-se agora na linha de frente com uma solução desenvolvida localmente, com profundo conhecimento da operação do varejo nacional.

“Acreditamos que o próximo grande salto do varejo digital brasileiro virá da capacidade de personalizar experiências em escala real. Marcas que conseguirem construir esse relacionamento inteligente com cada consumidor vão criar vínculos que vão muito além datransação., acrescenta Barboza.

Plataforma que aprende sobre a marca antes de atender o cliente

O que diferencia o NODO de outras soluções de inteligência artificial no varejo é onde e como ele opera. Ao contrário de ferramentas que dependem de canais de terceiros, como o WhatsApp ou modelos genéricos de linguagem, o NODO funciona dentro do canal proprietário,do app e do e-commerce da empresa, garantindo que os dados do relacionamento com o consumidor permaneçam com a marca e não com a plataforma.

Antes de atender qualquer cliente, o NODO aprende quem é a empresa: seu tom de voz, sua personalidade, suas regras comerciais e seu catálogo completo, com preços, estoque e políticas atualizadas em tempo real. Cada resposta, recomendação e interação soa comoa própria empresa, não como uma inteligência artificial genérica de mercado.

A plataforma atua em quatro momentos da jornada de compra. 

Na descoberta, monta vitrines personalizadas em tempo real para cada perfil de usuário, recomenda produtos por diálogo em linguagem natural e localiza itens a partir de uma foto enviada pelo consumidor. 

Na consideração, entrega insights contextualizados na página do produto, destacando o que importa para a decisão daquele consumidor naquele momento específico, e oferece um menu de ações inteligentes com provador virtual, comparações e produtos similares. 

Na etapa de análise, permite que o cliente experimente produtos aplicados à própria imagem em visualização 360 graus, eliminando a dúvida que mais causa devoluções no e-commerce. 

Na conversão, identifica carrinhos abandonados e favoritos salvos e ativa conversas personalizadas com contexto, lembretes e cupons de recuperação no momento de maior propensão à compra.

Operação de bilhões no varejo digital brasileiro

O NODO chega ao mercado com uma base sólida de credibilidade. A KOBE acumula mais de R$ 3 bilhões em GMV movimentados e anos de operação no centro do varejo digital brasileiro, com uma carteira de varejistas líderes dos seus segmentos, que coloca a empresaem contato direto com os desafios reais das maiores operações de e-commerce do país.

“O NODO foi construído de dentro para fora. A plataforma nasce do conhecimento acumulado em mais de 100 aplicativos de varejistas líderes dos seus segmentos, o que nos deu uma visão privilegiada sobre onde o e-commerce falha com o consumidor e o que é necessáriopara mudar isso”, explica o CEO.

Lançamento no maior evento de e-commerce do mundo

O NODO será apresentado ao mercado durante o VTEX Day 2026, um dos maiores eventos de e-commerce do mundo, que acontece nos dias 16 e 17 de abril, no São Paulo Expo, na capital paulista. A KOBE ocupará um estande de 120 metros quadrados próximo à área centraldo evento, com demonstrações ao vivo da tecnologia em funcionamento.

Em parceria com a FILA, a demonstração será realizada com o catálogo real da marca e o lançamento de um novo modelo de tênis, permitindo que os participantes experimentem o NODO funcionando dentro de um e-commerce real, com vitrine personalizada, conversacional,busca visual e provador virtual ativos simultaneamente. 

A KOBE também participará da programação oficial de palestras do evento, apresentando os resultados da operação do Atacadão como referência de crescimento em mobile commerce e transformação digital no varejo.

Disponibilidade e próximos passos

O NODO está disponível para marcas que operam em VTEX e Shopify. Para clientes KOBE com app ativo, a ativação acontece de forma nativa, sem necessidade de novo projeto de integração. O roadmap da plataforma inclui, em breve, integrações com plataformas de CDP,MMP e CRM, expansão para novos canais de atendimento e o lançamento do NODO Voice, a camada de voz nativa integrada à jornada de compra.

Daten lança IABox para processamento de dados e IA na ponta em operações críticas de segurança e defesa

Daten, empresa estratégica de defesa e uma das principais indústrias de computadores do Brasil, lança durante a LAAD Security Milipol Brazil 2026 a IABox, solução desenvolvida para levar capacidade computacional ao ambiente operacional de segurança e defesa, permitindo a integração com inteligência artificial (IA) em operações críticas. Baseada no conceito de edge computing e voltada a múltiplas aplicações do setor, a novidade é um Edge AI Gateway, um tipo de computador que funciona como uma base tecnológica para aproximar o processamento dos dados da ocorrência, reduzindo o tempo de latência entre a captura da informação e a geração de uma resposta. Com isso, amplia a autonomia e a capacidade analítica das equipes em campo, trazendo mais assertividade e agilidade à tomada de decisão, especialmente contextos em que segundos podem ser determinantes.

“A IABox foi criada para responder aos desafios crescentes do setor de segurança e defesa, que exige cada vez mais processamento local em cenários nos quais tempo de resposta, resiliência e continuidade operacional são fatores decisivos”, afirma Ian Vinhas, Gerente de Operações da Daten para Defesa. Segundo ele, em vez de depender exclusivamente de estruturas centralizadas, como centros de comando, ou de conectividade contínua com a nuvem, o equipamento permite que aplicações analíticas rodem mais perto do ponto de coleta das informações. “Isso torna a atuação dos agentes mais ágil e aderente à realidade de campo, garantindo maior robustez e resiliência, especialmente em ambientes críticos, áreas remotas ou com limitações de comunicação”, diz.

A solução é agnóstica em relação ao software de IA, o que significa que se adapta de acordo com a necessidade de cada projeto. Da mesma forma, o equipamento se conecta a diferentes tipos de câmeras, permitindo a análise de imagens e vídeos em tempo real diretamente no ponto de operação, viabilizando identificação de padrões e detecção de eventos que demandam decisões imediatas.

O equipamento pode ser instalado em viaturas, drones ou postos avançados para, em conjunto com softwares de IA, apoiar a leitura de placas de veículos com restrição, a identificação facial de suspeitos, a detecção de armas de fogo, o reconhecimento de situações de risco, enviando alertas em tempo real às equipes. A partir dessas detecções, também é possível gerar estatísticas que alimentam análises descritivas, diagnósticas, preditivas e prescritivas, ampliando a capacidade de planejamento e resposta.

Em aeroportos, terminais, regiões de fronteira e outros espaços públicos de circulação controlada, a solução pode fornecer suporte ao controle de acessos, ao monitoramento de áreas restritas e à resposta a ocorrências. A IABox também pode funcionar como base computacional para aplicações de vigilância perimetral, proteção de instalações estratégicas e apoio à consciência situacional em operações móveis.

“Mais do que uma aplicação específica, a IABox representa a infraestrutura que torna viável o uso de inteligência artificial no ambiente operacional, com flexibilidade e escala. Esse é um passo importante para a modernização da segurança e defesa pública, que viabiliza operações mais eficientes por meio da tecnologia. Com essa iniciativa, a Daten busca contribuir para a construção de um modelo mais preparado para os desafios contemporâneos de proteção da sociedade”, explica.